segunda-feira, 31 de maio de 2010

Marketing Flash Mob - A essência para Resultados - T-Mobile


Falando em Flash Mob, mais uma prova que a solução para negócios (e tudo mais) no século XXI não são produtos e serviços, são as pessoas e suas experiências. 

A emoção associada à marcas que criam e compartilham experiências com seus stakeholders filtrará de forma imperdoável quem fica e quem sai do mercado.

Será que essas 13.500 pessoas um dia vão esquecer isso? (além das milhões atingidas pelo marketing viral dessa ação).


Dica BM livro: O Culto da Emoção

 

Marketing Flash Mob - Os 5 melhores flash mobs de todos os tempos

Lista com os 5 melhores flashmobs de todos os tempos eleitos por Julian Cole, Digital Strategist da agência (coletiva) australiana The Conscience Organisation .  Vale a pena.

5. Valentines Day Pillow fight (guerra de travesseiros no ‘dia dos namorados’)
Um dos primeiros registrados no youtube, de 2006. 



4. The T-Mobile Dance 
A T-Mobile foi a primeira marca a se apropriar da prática. A ação abaixo levou Leão de Bronze de Titanium & Integrated no Cannes Lions 2009 e seus registros em vídeo o tornaram um dos principais virais de todos os tempos. (O melhor na escolha do BM)



3. Frozen Grand Central
Foi um dos primeiros flashmobs a conquistar sucesso de massa, no início de 2008. E responsável por tornar famoso o grupo Improv Everywhere.



2. Black Eyed Peas no programa da Oprah 
O maior flash mob de 2010. 



1. Eurovision 2010 
Sincronia?



Fonte:http://www.chmkt.com.br

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Cultura + Atitude = Estante Virtual


A Democratização dos livros 

A Estante Virtual foi criada há 5 anos com o objetivo de disponibilizar tecnologia de comércio eletrônico para a comunidade de sebos e livreiros. E o que aconteceu foi uma verdadeira revolução na forma de comercialização de livros de usados no nosso país.
O portal reuniu, em uma mesma estante, o acervo de centenas de sebos e leitores - que também podem colocar seus livros à venda, criou um sistema de busca e compra de livros usados inédita na internet brasileira e contribuiu para a informatização e, consequentemente, para uma melhor organização dos sebos. Através de um projeto pioneiro de divulgação, tem apresentado para o grande público a riqueza de autores e títulos disponíveis no mundo dos sebos, um mercado em visível modernização e com grande variedade de livros seminovos.
Toda esta inovação é fruto da visibilidade na internet que a Estante Virtual possibilitou aos sebos e livreiros. Hoje, os leitores têm, ao alcance de um clique, acesso a milhares sebos de todos os estados do país. Portanto, podem encontrar e comprar, com facilidade, qualquer livro, em qualquer sebo, em qualquer lugar.
Muito mais do que um projeto de tecnologia, mesmo sendo uma referência em comércio eletrônico, a Estante Virtual é, acima de tudo, um instrumento comercial que ajuda os leitores a encontrarem o livro que procuram e os livreiros a venderem e renovarem constantemente os seus acervos.

Há cinco anos o carioca André Garcia teve uma ideia simples e inovadora: criar um portal de busca e compra de livros. Hoje, enquanto a maioria dos empresários se apavora com o caos econômico, ele planeja dobrar seu faturamento.

A Democratização

A Estante Virtual acredita que a verdadeira democratização da leitura acontece quando o leitor tem a sua disposição condições reais para escolher o livro que realmente deseja ler. E essa escolha só é possível em um universo que ofereça preços baixos e fácil acesso a uma grande diversidade de títulos. A Estante Virtual oferece tudo isso:


Preço
Livros até R$ 5 – 1/2 milhão
Livros até R$ 12 – 2,5 milhões
Livros até R$ 20 – 4 milhões
74% do acervo até R$ 20



Acesso 
Um país de sebos ao alcance do mouse.


Diversidade
Variedade inédita de títulos.

Troca de livros
Livros a custo zero. 
Programa Nacional de Troca de Livros, com 148 sebos participantes em 59 cidades: http://www.estantevirtual.com.br/programadetrocas


terça-feira, 25 de maio de 2010

Business - Mast Brothers Chocolate


Piensa Globalmente. Actua Localmente.
A fábrica de chocolate dos irmãos Mast fica a um passo do Canal do Brooklyn. Talvez o termo “fábrica” possa ser enganoso, porque o chocolate é feito à mão em cuidadosos lotes, com cacau proveniente de pequenas cooperativas ao redor do mundo como Madagascar, Venezuela, República Dominicana e Equador.
São os irmãos Mast que produzem, pessoalmente, cada chocolate. Rick é pianista e Michael, antes de ser um “handcrafting chocolate”, passou muitos anos trabalhando para filmes independentes e para a televisão em Nova York. Antes, fazer chocolate era um disciplinado hobby, mas nos últimos anos ele combinou sua paixão pelo cacau, viagens e fotografia com passagens pela América Central e África.


Pesquisa laboriosa para encontrar a melhor matéria-prima, embalagens simples com design sofisticado, cuidado especial na produção do produto final e a bagagem cultural de dois irmãos antenados na revolução econômica em que vivemos, fazem desse negócio um bom exemplo “craft”, um conceito ainda pouco conhecido no Brasil.
Cada vez mais o conceito de empresa local com competência de agregar valor aos seus clientes e com visão sistêmica de atingir o mundo plano (global) deixa de ser tendência para ser realidade. O qualitativo, o refinado, a especialidade, o cuidado com detalhes, seja no design da embalagem ao posicionamento (neste caso, ser visto como um chocolate antigo, clássico, quase para produção pessoal) evolui para a Web 3.0. O mundo é plano, dude, mas pra quem tem visão.